ePharma PBM do Brasil

LUTAR CONTRA A AIDS TAMBÉM É LUTAR CONTRA O PRECONCEITO

Há 32 anos, a Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) e a OMS (Organização Mundial de Saúde) instituíam o dia 1º de dezembro no calendário global de saúde como o Dia Mundial de Luta contra a Aids. Para marcar a data e relembrar as lutas e todas as conquistas na resposta global ao HIV, vírus causador da Aids, a ePharma, abraça a causa e lembra a importância de programas de saúde e acesso ao tratamento e prevenção desta enfermidade que assola a humanidade há quase meio século.

Por ser uma doença ainda sem cura e não ter um perfil epidemiológico específico, a prevenção é a melhor maneira de combater a doença. Para isso, disseminar informações corretas e com base científica e manter linhas de diálogo abertas são duas grandes maneiras de prevenção. Além disso, evitar comportamentos de risco, como a prática sexual sem preservativo, também são grandes aliadas a prevenção.

A principal forma de transmissão do HIV (Human Immuno-Deficiency Virus) é por via sexual (seja ela anal, vaginal ou oral). Outras formas de transmissão são por meio da transfusão de sangue contaminado e seus derivados; através do uso de drogas injetáveis e compartilhamento de instrumentos cortantes, como agulhas de tatuagem, por exemplo) não esterilizados, canudos e cachimbos; ou por meio da transmissão vertical de mãe para filho. Vale destacar que, mesmo assintomático, o portador do HIV pode continuar a transmitir o vírus.

Já a Aids (Acquired Immunodeficiency Syndrome), ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, é o estágio mais avançado da doença causada pelo vírus HIV. Mais vulnerável, o organismo fica mais sujeito a diversos agravos – as chamadas infecções oportunistas – que vão de um simples resfriado a infecções mais graves como tuberculose ou câncer.

O acesso a programas de saúde também é um grande aliado nessa luta. Por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), o Brasil é referência internacional no tratamento de HIV/Aids, disponibilizando tratamento (antirretroviral), desde 1996, bem como o acesso a testagem de sorologia e ao preservativo (camisinha).

Com a evolução em tratamentos e pesquisas, nem todos que vivem com o vírus chegam a desenvolver a Aids. Por isso há uma grande diferença entre os dois termos (Aids e HIV). O HIV, é o vírus que causa a imunodeficiência humana, uma vez que esse vírus ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças onde as células mais atingidas são os linfócitos T CD4+.

Os avanços científicos das últimas décadas tornaram possível conviver com o vírus HIV e viver com qualidade de vida. Para isso, basta o paciente seguir o tratamento indicado e as recomendações da equipe de saúde. Saber precocemente sobre a infecção pelo HIV é fundamental para aumentar a qualidade e sobrevida da pessoa.

A prevenção é possível. Basta ficar atento às recomendações:

  • Use preservativo (masculino ou feminino) durante as relações sexuais;
  • Não compartilhe agulhas, seringas, canudos ou cachimbos;
  • Fique atento ao uso de material esterilizado na aplicação de tatuagens e piercings. Para tatuagens, exija sempre agulhas descartáveis;
  • Realize o pré-natal com exames, durante a gestação;
  • Verifique o uso de materiais não esterilizados em clínicas odontológicas, manicures e barbearias. Em manicures, se possível, leve seu próprio material como, alicates, tesouras etc;
  • Evite o abuso de álcool ou drogas ilícitas. Elas podem alterar o nível de consciência do indivíduo e a capacidade de tomar decisões sobre a forma de se proteger.

Quebre o preconceito! O vírus do HIV NÃO SE TRANSMITE: através do beijo, abraço, aperto de mão, ou por meio do uso de copos e talheres compartilhados, piscina ou sauna.